Posted 10 months ago

Tags: #ponto3
Terapia:A terapia é essencial e faz parte de todas as etapas de um tratamento contra as drogas. Mesmo durante e após uma internação, se for necessária. Marília conta que o dependente que procura o Proad pela segunda vez é encaminhado a um médico para dar continuidade ao melhor tipo de acompanhamento. A participação da família é obrigatória para adolescentes e recomendada para os adultos.No programa, também há um grupo de acolhimento, onde orientadores e pessoas em geral criam um espaço que permite a reflexão e informação a todos os presentes. “A pessoa tem que ver onde se sente melhor”, afirma Marília sobre a escolha do tipo de terapia. Segundo ela, em alguns casos, só a sessão individual não é suficiente. A psicóloga informa que a duração do tratamento depende muito de cada caso, mas, em geral, é necessário ficar dois anos sem usar nenhum tipo de droga para ser considerada livre da dependência. Além da própria Proad, programa da Universidade Federal de São Paulo, ela indica a Univesidade de São Paulo (USP), o Alcoolicos Anônimos (AA) e até as igrejas para quem quiser procurar ajuda. Se o dependente não estiver disposto a iniciar um tratamento, a família pode comparecer às reuniões e aos centros para se informar qual é a melhor maneira de lidar com a situação.

Terapia:
A terapia é essencial e faz parte de todas as etapas de um tratamento contra as drogas. Mesmo durante e após uma internação, se for necessária. Marília conta que o dependente que procura o Proad pela segunda vez é encaminhado a um médico para dar continuidade ao melhor tipo de acompanhamento. A participação da família é obrigatória para adolescentes e recomendada para os adultos.

No programa, também há um grupo de acolhimento, onde orientadores e pessoas em geral criam um espaço que permite a reflexão e informação a todos os presentes. “A pessoa tem que ver onde se sente melhor”, afirma Marília sobre a escolha do tipo de terapia. Segundo ela, em alguns casos, só a sessão individual não é suficiente. A psicóloga informa que a duração do tratamento depende muito de cada caso, mas, em geral, é necessário ficar dois anos sem usar nenhum tipo de droga para ser considerada livre da dependência. Além da própria Proad, programa da Universidade Federal de São Paulo, ela indica a Univesidade de São Paulo (USP), o Alcoolicos Anônimos (AA) e até as igrejas para quem quiser procurar ajuda. Se o dependente não estiver disposto a iniciar um tratamento, a família pode comparecer às reuniões e aos centros para se informar qual é a melhor maneira de lidar com a situação.

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Tags: #ponto3
Internação:
A diretora executiva da Associação Parceria Contra as Drogas, Marylin Tatton, explica que é possível fazer uma internação compulsória, isto é, sem o consentimento do paciente. Porém, é necessário que a clínica avise o Ministério Público em menos de 72 horas. Além disso, um juiz deve dizer que está ciente de que aquela pessoa está sendo tratada e não mantida em cárcere privado. Marylin diz que concorda com esse tipo de internação em alguns casos, como o de dependentes de crack. “A pessoa acaba perdendo o amor próprio e a substância acaba sendo mais importante que qualquer outra coisa, inclusive sua própria vida.”A psicóloga da Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Marília Castello Branco, concorda que quando há risco a vida do dependente e quando ele põe em risco a vida de outros, pode-se recorrer a essa última alternativa para prevenir algum tipo de tragédia. No entanto, as duas especialistas afirmam que o melhor seria se o paciente decidisse pelo tratamento e por largar as drogas. A recomendação, em qualquer caso, é que se procure uma clínica legalizada onde a pessoa passe por uma avaliação médica. Permitir que a família participe do processo, que não é fácil, também é muito importante, explica Marília. Dentro do hospital, o dependente passará por uma desintoxicação com a ajuda de remédios e, mesmo após receber alta, precisa continuar o tratamento com terapia. “Não é um passe de mágica”, diz a psicóloga.

Internação:

A diretora executiva da Associação Parceria Contra as Drogas, Marylin Tatton, explica que é possível fazer uma internação compulsória, isto é, sem o consentimento do paciente. Porém, é necessário que a clínica avise o Ministério Público em menos de 72 horas. Além disso, um juiz deve dizer que está ciente de que aquela pessoa está sendo tratada e não mantida em cárcere privado. Marylin diz que concorda com esse tipo de internação em alguns casos, como o de dependentes de crack. “A pessoa acaba perdendo o amor próprio e a substância acaba sendo mais importante que qualquer outra coisa, inclusive sua própria vida.”

A psicóloga da Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Marília Castello Branco, concorda que quando há risco a vida do dependente e quando ele põe em risco a vida de outros, pode-se recorrer a essa última alternativa para prevenir algum tipo de tragédia. No entanto, as duas especialistas afirmam que o melhor seria se o paciente decidisse pelo tratamento e por largar as drogas. A recomendação, em qualquer caso, é que se procure uma clínica legalizada onde a pessoa passe por uma avaliação médica. Permitir que a família participe do processo, que não é fácil, também é muito importante, explica Marília. Dentro do hospital, o dependente passará por uma desintoxicação com a ajuda de remédios e, mesmo após receber alta, precisa continuar o tratamento com terapia. “Não é um passe de mágica”, diz a psicóloga.

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 A questão do uso de drogas ilícitas nos últimos tempos deixou de ser apenas um problema individual para tomar proporções bem mais amplas e, hoje, atinge níveis críticos, a ponto de ser tido como um problema de saúde pública. As drogas trazem vários problemas, não apenas para o indivíduo que a usa, mas para a família e para a sociedade de um modo geral… O indivíduo com o tempo vai ficando agressivo, e se afasta cada vez mais da família, passa o dia fumando ou achando meios de conseguir mais. Às vezes chega a roubar seus próprios familiares, e dessa maneira as drogas vão indiretamente acabando com a unidade familiar.
 
O viciado, dessa forma, vai querer sempre mais, mas não tendo como sustentar o vicio, começa a cometer outros crimes para ter dinheiro, tudo para sustentar o vicio. Os traficantes, que vendem drogas, enriquecem às custas destes usuários, que para pagarem as drogas aos traficantes, roubam, matam, sequestram, e cometem tantos outros crimes. Esses crimes só tendem a piorar a imagem da nossa sociedade, a decadência da democracia e do governo brasileiro, que não consegue controlar o comércio desenfreado de drogas (o narcotráfico).
Dessa forma, a culpa da dispersão das drogas pelo mundo, é muito mais do traficante do que do viciado. Isso porque o traficante induz a pessoa a fumar pela primeira vez para que ela se torne dependente, as demais vezes que o usuário compra, na verdade não é por vontade própria, mas por uma necessidade física, muitos viciados querem sair do mundo das drogas, mas são impedidas pelo vicio plantado pelos traficantes. Estes ainda ameaçam os usuários se pararem de consumir ou não pagarem pela droga, ajudando na destruição da sociedade.
Vivemos num mundo caótico e a droga é uma das principais vias de acesso ao crime. Ela altera o caráter e marginaliza o usuário que se exclui e é excluído de um convívio social sadio e se coloca à margem da lei.
 A questão do uso de drogas ilícitas nos últimos tempos deixou de ser apenas um problema individual para tomar proporções bem mais amplas e, hoje, atinge níveis críticos, a ponto de ser tido como um problema de saúde pública. As drogas trazem vários problemas, não apenas para o indivíduo que a usa, mas para a família e para a sociedade de um modo geral… O indivíduo com o tempo vai ficando agressivo, e se afasta cada vez mais da família, passa o dia fumando ou achando meios de conseguir mais. Às vezes chega a roubar seus próprios familiares, e dessa maneira as drogas vão indiretamente acabando com a unidade familiar.
 
O viciado, dessa forma, vai querer sempre mais, mas não tendo como sustentar o vicio, começa a cometer outros crimes para ter dinheiro, tudo para sustentar o vicio. Os traficantes, que vendem drogas, enriquecem às custas destes usuários, que para pagarem as drogas aos traficantes, roubam, matam, sequestram, e cometem tantos outros crimes. Esses crimes só tendem a piorar a imagem da nossa sociedade, a decadência da democracia e do governo brasileiro, que não consegue controlar o comércio desenfreado de drogas (o narcotráfico).
Dessa forma, a culpa da dispersão das drogas pelo mundo, é muito mais do traficante do que do viciado. Isso porque o traficante induz a pessoa a fumar pela primeira vez para que ela se torne dependente, as demais vezes que o usuário compra, na verdade não é por vontade própria, mas por uma necessidade física, muitos viciados querem sair do mundo das drogas, mas são impedidas pelo vicio plantado pelos traficantes. Estes ainda ameaçam os usuários se pararem de consumir ou não pagarem pela droga, ajudando na destruição da sociedade.

Vivemos num mundo caótico e a droga é uma das principais vias de acesso ao crime. Ela altera o caráter e marginaliza o usuário que se exclui e é excluído de um convívio social sadio e se coloca à margem da lei.

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Dentre as consequências que as drogas ilícitas trazem pode-se dar ênfase à violência gerada por elas em todas as fases de produção até o consumidor final. As demais consequências são: arritmia cardíaca, trombose, AVC, necrose cerebral, insuficiência renal e cardíaca, depressão, disforia, alterações nas funções motoras, perda de memória, disfunções no sistema reprodutor e respiratório, câncer, espinhas, convulsões, desidratação, náuseas e exaustão.

Dentre as consequências que as drogas ilícitas trazem pode-se dar ênfase à violência gerada por elas em todas as fases de produção até o consumidor final. As demais consequências são: arritmia cardíaca, trombose, AVC, necrose cerebral, insuficiência renal e cardíaca, depressão, disforia, alterações nas funções motoras, perda de memória, disfunções no sistema reprodutor e respiratório, câncer, espinhas, convulsões, desidratação, náuseas e exaustão.

Posted 10 months ago

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O abuso e dependência das drogas é um problema de saúde pública que afeta muitas pessoas e tem uma grande variedade de conseqüências sociais e na saúde dos indivíduos.
A dependência começa com o abuso das drogas quando uma pessoa faz uma escolha consciente de usar drogas, mas a dependência não é apenas “o uso de grande quantidade de drogas”. Pesquisas científicas recentes têm demonstrado que as drogas não somente interferem com o funcionamento cerebral normal, criando sensações de prazer, mas também tem efeitos a longo-prazo no metabolismo e atividade cerebral, e num determinado momento, as mudanças que ocorrem no cérebro podem transformar o abuso em dependência. As pessoas viciadas em drogas têm um desejo compulsório e não conseguem deixar as drogas por vontade própria, acabam atingindo família e amigos, que sofrem junto com o usuário. O tratamento é necessário para dar fim a esse comportamento compulsivo. 

O abuso e dependência das drogas é um problema de saúde pública que afeta muitas pessoas e tem uma grande variedade de conseqüências sociais e na saúde dos indivíduos.

A dependência começa com o abuso das drogas quando uma pessoa faz uma escolha consciente de usar drogas, mas a dependência não é apenas “o uso de grande quantidade de drogas”. Pesquisas científicas recentes têm demonstrado que as drogas não somente interferem com o funcionamento cerebral normal, criando sensações de prazer, mas também tem efeitos a longo-prazo no metabolismo e atividade cerebral, e num determinado momento, as mudanças que ocorrem no cérebro podem transformar o abuso em dependência. As pessoas viciadas em drogas têm um desejo compulsório e não conseguem deixar as drogas por vontade própria, acabam atingindo família e amigos, que sofrem junto com o usuário. O tratamento é necessário para dar fim a esse comportamento compulsivo

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